A ANAC, que regula os preços das passagens aéreas para evitar concorrência desleal contra as menores companhias (ou para manter o status quo do ‘cartel’ das companhias aéreas), finalmente liberou descontos em passagens aéreas internacionais a preços ainda mais baixos do que o mínimo estabelecido, com os preços podendo chegar a até 100% de desconto dentro de um ano, isto é, sem limites mínimos de preço de passagem.


Esse é mais um passo positivo em direção a uma maior concorrência entre as companhias aéreas para que tenhamos passagens aéreas mais baratas para os vôos internacionais.

Isso é simplesmente bom senso. Controle governamental de preços é uma técnica que nunca funcionou em nenhum lugar do mundo, em nenhum momento da história. Se o objetivo da ANAC era evitar que as pequenas companhias sofressem dump de mercado (quando um grande concorrente baixa drásticamente os preços para fazer o pequeno oponente falir) isso não deveria ser feito com este tipo de mecanismo. O que faz parecer que este controle dos preços mínimos era forçado pelas próprias grandes companhias, para reduzir a concorrência, mantendo os preços em nível altamente lucrativo, ferrando com os consumidores e com a lei da oferta e da procura.

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